pousada

Quero montar uma pousada!

Mais uma vez, me deparei com uma pessoa que disse: “Quero montar uma pousada!”. Durante todos estes anos, trabalhando com empreendedores, foram vários que disseram a mesma coisa.

A primeira questão que levanto é o por quê desse tipo de negócio e a resposta é: “Ah! Porque adoro viajar!”.

Só que as pessoas esquecem que administrar uma pousada é muito diferente de você ser turista e ficar alguns dias nela. Conheço muitos donos de pousadas e o que eles menos fazem é viajar, o que mais fazem é trabalhar para o bem-estar de seus hóspedes.

Você pode até falar: “Ah! Mas eu terei funcionários!” Porém, tenha certeza de que mesmo assim, você viverá 24 horas por dia no seu negócio se você decidir morar lá.

Por isso, cuidado ao escolher um negócio porque você sempre gostou de algo relacionado a ele, pois negócio e diversão, às vezes, não caminham juntos.

Conheço um empreendedor que sempre gostou de cozinhar para os amigos e por ter esse hobby resolveu abrir um restaurante, primeiro porque gostava de cozinhar; segundo porque como todos elogiavam sua comida, acreditava que teria muitos clientes.

Porém ao abrir o restaurante, verificou que cozinhar de forma amadora era bem diferente de ter que administrar um restaurante, pois precisava se preocupar com finanças, funcionários, compras, atendimento e o que menos fazia era cozinhar. E também verificou que seus potenciais clientes (amigos) não frequentavam seu restaurante, afinal agora não era mais de graça, precisavam pagar.

E o que restou fazer então? Vender para alguém da área e retornar para sua área de atuação e a cozinha voltou a ser apenas um hobby.

Há alguns anos, meu marido e eu decidimos fazer um curso de sushiman para montarmos um restaurante japonês, afinal gostamos da culinária japonesa e amamos cozinhar. O curso seguia muito bem até que o nosso professor disse que deveríamos encontrá-lo no Ceasa à meia-noite. Eu disse: “Oiiii? Por quê?”. Ele respondeu: “Você acha que vai encontrar os melhores peixes às 8 h. da manhã?”

Foi exatamente nesse momento que desisti de montar esse negócio, pois pensei: que horas vou dormir? Afinal, meia-noite estarei no Ceasa, farei a compra e chegarei em casa em torno de 3 h., até guardar as compras e tomar um banho já serão 5 h. De manhã, normalmente, alguns fornecedores passam no restaurante e depois você já tem que começar a preparar tudo para o jantar. Enfim, qual o tempo que sobra para o descanso?

Por isso, pense bem quando escolher um negócio, analise ganhos e perdas, pontos fortes e fracos para que você não se arrependa depois.


doces Val

Já decidi! Vou trabalhar com comida que sempre dá dinheiro!

É muito engraçada a percepção das pessoas que não possuem negócios em “achar” sobre os negócios alheios.

Quando as pessoas descobrem que sou especialista em empreendedorismo, sempre me fazem algumas perguntas:

1. “O que é que dá dinheiro?” – Sinceramente, se eu soubesse com exatidão, teria acertado os seis números da Megasena.

2. “O que eu posso montar sem risco de perder dinheiro?” – Não existe negócio sem risco e se você tem medo dele, ser empreendedor não é para você.

3. “Negócios na área de alimentação sempre dão dinheiro!” – Será??

Qualquer negócio pode ser bom e qualquer negócio pode ser ruim. São vários os fatores que levam ao sucesso ou ao fracasso de um negócio. Podemos dizer que alguns deles são:

  • Falta de um plano financeiro (impostos, capital de giro, administração de fluxo de caixa)
  • Falta de um plano de negócio
  • Falta de índices para monitoramento do negócio
  • Falta de mão-de-obra ou seleção e recrutamento inadequados
  • Sócios inadequados
  • Problemas familiares
  • Os clientes não aceitam tão bem o produto
  • Surge um forte concorrente
  • Um funcionário-chave pede demissão
  • Uma máquina quebra e outros

E porque tudo isso acontece? Pela total falta de planejamento do empresário.

Quando falamos em negócios na área de alimentação (docerias, restaurantes, lanchonetes, buffets, pizzarias, padarias etc.) podemos afirmar que há um crescimento exponencial nessa área por falta de tempo das pessoas, pelo aumento na renda do brasileiro, por comodidade.

Então é uma área que dá dinheiro? Se for bem planejado sim, se você encontrar seu foco bem definido de atuação, seu diferencial competitivo e hoje, principalmente, conseguir montar bem a equipe de trabalho.

Há um “black out” na formação de mão-de-obra especializada em alimentação, desde o ajudante de cozinha até um gerente para administrar o empreendimento. O mercado está louco para contratar e não se encontra pessoas para ocupar as funções.

Ter um restaurante ou doceria ou até produzir em casa não é simples, não adianta apenas gostar de cozinhar. Uma coisa é você produzir um jantar ou um aniversário para a família. Uma outra coisa, é você viver disso.

Existirão pessoas que quando era de graça, adoravam seus pratos; mas se tiver que pagar, elas sumirão. Tenho uma amiga que tem um buffet e me contou que uma prima contrata um concorrente só para não ter que “dar dinheiro” a ela. Pode?

Além disso, pode ser que você goste de cozinhar e isso é o que você se vê fazendo a longo prazo, um sonho; mas você sabe como administrar o negócio? Ou você tem quem fará isso por você?

A palavra de ordem é PREPARO para que você que não entre em uma fria!

Pense, analise, escolha bem o seu negócio porque o dinheiro não aceita desaforo!


dinheiro, ganhar dinheiro, ficar rico

Momento da decisão do empreendedor: Qual negócio dá mais dinheiro que devo montar?

Nessas minhas andanças, essa é a pergunta que mais me fazem, como se eu tivesse uma receita infalível para ganhar dinheiro (com certeza, se soubesse já teria montado… é como perguntar quais são os números que serão sorteados na mega-sena).

Minha resposta sempre é, qualquer negócio pode dar lucro ou prejuízo, depende de vários fatores e principalmente, de muito planejamento e uma excelente execução.

Mas, parece que as pessoas não acreditam e continuam a buscar atalhos para ganhar dinheiro de forma fácil, sem trabalhar, sem pensar. É muito comum, acreditarem que “a galinha do vizinho põe melhores ovos do que a nossa”, isso quer dizer, o negócio dos outros sempre “parece” melhor do que nosso.

Digo “parece”, pois as pessoas observam apenas as aparências, mas não param para analisar os detalhes que envolvem os negócios. Contarei um fato que ocorreu comigo.

Tive uma papelaria por 10 anos e tenho um amigo que sempre foi funcionário, mas vivia me perguntando “qual negócio dá mais dinheiro?”. É louco para sair do emprego, mas não tem coragem de correr os riscos de um negócio, assim, fica buscando algo excelente e seguro (espero que um dia ele descubra e me conte).

Durante a semana, ele não passava na loja devido ao seu horário de trabalho, mas aos sábados ele “dava uma passadinha” para bater um papo e parado na porta ele observava o comércio de um vizinho que possui uma espécie de “rotisseria, mercado, açougue” e me dizia “Esse negócio é bom, olha o movimento, não pára, o cara deve ganhar uma boa grana. Se eu fosse você, fechava a papelaria e montava um negócio igual ao dele, mas faria diferente… melhoria isso… colocaria aquilo…”.

Enfim, acho que você já sabe como era a conversa. Vamos tratar dos pormenores dessa questão.

  1. Por que no sábado o meu vizinho estava lotado e minha papelaria vazia? Aos sábados, muitas pessoas acordam um pouco mais tarde e depois de tanto trabalho durante a semana, querem a praticidade de comprar pratos prontos na rotisseria, outras que não conseguiram fazer compras no supermercado, precisam comprar alguns itens faltantes para fazerem o almoço da família. E a papelaria neste dia? Aos sábados, os alunos não vão à escola, os escritórios e empresas não funcionam em sua maioria, enfim, quem compra material escolar e de escritório nesse dia? Entretanto, durante a semana (quando meu amigo não aparecia), o movimento era inverso e isto ele nunca observou.

LIÇÃO 1 – Ao analisar um negócio, procure estar presente em vários dias e momentos, pois existe o que chamamos de sazonalidade.

  1. Quantos funcionários meu vizinho precisava manter durante a semana, cujo movimento era menor, para atender à demanda de sábados, domingos e feriados? Já pensou no que isso representa em salários, impostos, adicionais, 13o. salário e férias? E em relação ao estoque, produtos perecíveis que se não forem vendidos, são jogados no lixo.

LIÇÃO 2 – Não olhe apenas o faturamento, mas pense nos custos que estão presentes no negócio. Às vezes, um grande faturamento não representa um grande lucro.

  1. Meu vizinho trabalha de segunda a segunda, mesmo quando não está em seu comércio e tira um dia para descansar, ele não se desliga completamente de seu negócio, pois sempre está em busca de novas oportunidades e diferenciais, enfim, a cabeça de um empreendedor nunca descansa. Será que as pessoas estão preparadas para trabalhar tanto? Ou talvez, seja necessário escolher um bom sócio para essa empreitada, afinal pode-se dividir o trabalho.

LIÇÃO 3 – Não existe facilidade e descanso no mundo dos negócios, você respira 24 horas sua empresa.

  1. Conheço muitas pessoas que dizem para outras: “abra isso, monte aquilo, pois tem muita gente ganhando dinheiro”, mas elas não têm a coragem de tomar a iniciativa de fazer, querem que outros se arrisquem para que depois entrem no negócio. E o que acontece? Essas que ficam apenas observando ou “urubuservando” chegam ao mercado quando este já está completamente saturado e aí reclamam que o ramo está ruim, mas se observarem verificarão que aqueles que foram os pioneiros já estão em outros negócios ou construíram uma marca tão forte que não se importam com a concorrência.

LIÇÃO 4 – Quem não arrisca, não petisca. E isso vale para o mundo dos negócios!

  1. Porém quando falo de risco aqui não é sair igual a um maluco abrindo um negócio. É necessário ver oportunidades, fazer análises, tomar decisões e por fim, elaborar um plano para execução. O risco sempre existirá, porém pode ser calculado. Quem tem medo dele deve fugir dos negócios.

E aí? Que tal começar a estudar os negócios que mais te atraem e talvez, tomar a decisão de se tornar um empreendedor.


decisão escolha decisões sócio

Você sabe o que fazer para escolher um bom sócio?

Desde que entrei no mundo empreendedor, venho procurando os sócios que “sacanearam” seus sócios porque em todos os locais que estive, principalmente, ministrando treinamentos, encontrei apenas os sócios “vítimas”.

Essas “pobres vítimas” dizem que tiveram sócios que as roubaram, puxaram seu tapete, traíram sua confiança, não trabalharam da forma como deveria ser e várias outras acusações.

Sempre ouvi esse lado e nunca teve alguém para defender a posição do sócio “sacana”, afinal nunca encontrei um, por isso, passei a acreditar que esses sócios se reúnem em uma Sociedade Secreta dos Sócios Sacanas para armarem suas estratégias nefastas contra outros “coitadinhos”.

Será que existe realmente essa posição unilateral maquiavélica, “bonzinho” versus “mauzinho”?

Pela minha experiência, posso afirmar que realmente existem pessoas que utilizam da boa vontade do outro e agem de forma pouco ética, porém gostaria de posicionar que tudo o que acontece em nossa vida, tem uma parcela de responsabilidade nossa.

Como normalmente se formam as sociedades? Quais os critérios utilizados para se fazer a escolha de um sócio? Como a decisão é tomada?

A maioria das escolhas é feita por uma relação familiar ou de amizade, pois como dizem alguns: “já que conheço “bem” a outra pessoa, fica mais de confiar”. Será?

Ou então, as pessoas dizem que seu sócio pensa muito igual, “almas gêmeas” e fica tudo mais fácil. Vamos explorar melhor esses pontos?

Primeiro, você já viu ou ouviu casos de filho que roubou o pai, amigo que passou a perna no amigo, irmãos que acabaram com o negócio da família, o primo não fez o que deveria ser feito? Pois é, as histórias são muitas (e pior, verdadeiras), por isso o critério de amizade ou relação familiar não pode ser levado tão em conta em relação à sociedade, afinal existem vários interesses individuais que muitos se esquecem do coletivo.

Segundo, em relação a pensar igual, isso é terrível, pois às vezes um sócio tem uma ideia terrível e o outro por ser tão “igual” acata e não há discussões, talvez levando ao fracasso.

A diversidade em uma sociedade ou em um grupo é excelente, pois são geradas mais ideias, as reflexões são mais constantes, a ansiedade é contida e as decisões podem ser muito mais corretas.

Os “sócios vítimas” que encontro por aí, têm sua parcela de responsabilidade na sociedade em que houve problemas, pois:

  1. Se foram roubados, é porque em algum momento se descuidaram da análise de relatórios e monitorar a empresa como um todo.
  2. Se o sócio é displicente, não cumpre os horários, falta às reuniões e ao trabalho, não faz o que deveria fazer, provavelmente, as funções e atividades não estavam claras.

Afinal, fica a pergunta: quem fez a escolha ou aceitou ser sócio desse “mala”? VOCÊ!!!!

Mas não adianta chorar sobre o leite derramado!!! Se você já desfez a sociedade… bola “pra” frente, se você ainda está com ele, azar é seu? Vai esperar o que para se livrar dele? Então, como deve ser feita a escolha de um sócio?

  1. Pense nos seus pontos fortes e fracos
  2. Liste pessoas que possam ser fortes onde você é fraco
  3. Faça uma entrevista de seleção com essas pessoas para verificar se elas realmente te complementarão
  4. Divida as funções, descreva as atividades para deixar claro que cada um cumprirá seu papel
  5. Coloque tudo por escrito e assinado por todos, assim ninguém poderá dizer que não sabia
  6. Apesar de cada um ter sua função, todos precisam saber o que o outro e você estão fazendo

Não tenha medo de ter sócios, tenha medo da forma que você faz suas escolhas, muita calma nessa hora… Por isso, da próxima vez que for tomar uma decisão faça da forma correta, utilize a razão e não a emoção.


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Resiliência – você sabe o que é isso?

Na engenharia, resiliência é a resistência e a flexibilidade de uma edificação necessária para que ela não desabe mediante às forças da natureza. Há algum tempo, o mundo corporativo passou a adotar este conceito como uma competência profissional imprescindível aos profissionais que desejam alcançar bons resultados.

Profissionais resilientes são aqueles que conseguem se manter em equilíbrio apesar das pressões, tensões e adversidades da vida moderna.

Nos processos de seleção das empresas, a resiliência é uma competência procurada nos profissionais. E no mundo empreendedor, ela sempre foi necessária, apesar de muitos empresários nunca terem ouvido o termo.

A pessoa que decide empreender, desde o princípio, precisa se manter equilibrada apesar de todos os obstáculos e problemas que ocorrem no dia-a-dia (e olha que não são poucos). Caso esse equilíbrio não ocorra, o empreendedor não consegue tomar decisões e agir para buscar as melhores soluções e o negócio pode acabar tendo muitos problemas. Até porque muitas empresas dependem da decisão apenas dessa pessoa.

Pode até parecer um paradoxo: ter resistência e flexibilidade, mas não é. Ao mesmo tempo, o empreendedor precisa suportar as pressões do negócio e ter flexibilidade (jogo de cintura) para tomar as melhores decisões.

E você? Tem a capacidade de resiliência ou desmorona na primeira dificuldade?


Você está disposto a se entregar de corpo e alma para um novo negócio?

dedicacaoA maioria de nós foi educada para ser funcionário de uma empresa ou então, ter estabilidade em um emprego público. Porém, um dos maiores sonhos dos brasileiros é ter seu próprio negócio.

E por quê?

Existem algumas crenças:

  1. Ficar rico
  2. Não ter patrão
  3. Ter liberdade
  4. Ter tempo livre
  5. Fazer apenas o que gosta
  6. Ter qualidade de vida

E você? Por que deseja ter um negócio próprio?

Saiba que essa tomada de decisão te levará a uma vida cujas decisões serão apenas de sua responsabilidade, não poderá culpar os outros pelos resultados.

Uma vida de muito mais trabalho do que quando você é um funcionário. Uma vida de muito mais horas trabalhadas. Uma vida financeira nem sempre tão próspera quanto você imaginou. Mas, uma vida plena se realmente é isso que você deseja!

Porém, viver uma vida empreendedora plena significa se entregar de corpo e alma para o negócio que você tomou a decisão de montar.

Devemos colocar todas as partes de nosso corpo para funcionar em prol do negócio.

Primeiro, ao estabelecer um negócio devemos focar em algo que faz nosso CORAÇÃO bater mais forte, você já deve ter ouvido falar “encontre algo que ama fazer e nunca mais trabalhará”. Você deve encontrar algo que traga um significado especial para você e não apenas o retorno financeiro. Mas, também não se iluda com essa ideia de que você só fará o que gosta, muitas vezes teremos que carregar muitos pianos.

Porém se você fizer algo que não tenha significado, a longo prazo haverá a desmotivação mesmo sendo algo lucrativo.

Porém, cuidado ao se deixar levar apenas pelo CORAÇÃO porque a tomada de decisões deve ser feita de forma racional e não emocional.

Utilize a CABEÇA para planejar seu negócio, nesse momento é hora de se utilizar a razão. Busque informações, analise os riscos e planeje.

As PERNAS servirão para te levar para conhecer novos lugares. Nunca se deixe acomodar, por melhor que seu negócio vá. Visite concorrentes, clientes, novos mercados e poderá encontrar oportunidades.

Os BRAÇOS serão seus instrumentos para operacionalizar sua empresa. Nenhum negócio é só planejamento, o resultado só virá de muita execução.

Você deverá utilizar os OLHOS para visualizar seu futuro e buscar novas oportunidades. O olhar do empreendedor é valiosíssimo para encontrar novidades para seu cliente, pois para ele a tomada de decisões é cada vez mais complexa, pois há uma oferta muito grande e para você se tornar a escolha dele, precisa mostrar seu diferencial. Se for um comércio, você deverá encher os OLHOS do seu cliente com produtos chamativos, vitrines atraentes, pratos bem montados.

Além disso, lembre-se que os OUVIDOS são essenciais para conhecer melhor seus clientes, funcionários e parceiros, ouvir seus concorrentes, obter informações do mercado. Ao ouvir outras pessoas, você sairá do isolamento que muitas vezes se encontra o empreendedor quando precisar tomar decisões.

O NARIZ é a parte do corpo por meio do qual você vai sentir o cheiro desse mercado. Você já ouviu pessoas falarem: “Isso não está cheirando bem…” Aqui funciona o que as pessoas chamam de feeling, mas que não tem a ver com um sexto sentido mágico, mas sim com experiências absorvidas durante sua vida e que compõem informações valiosíssimas para seu negócio, principalmente nos processos decisórios.

E utilize a BOCA para se comunicar com as pessoas, conversar com clientes, funcionários e parceiros. Buscar alianças estratégicas para incrementar seu negócio.

Por último, como tempero mais do que especial, despeje toda sua ALMA nesse novo negócio. ALMA vem do latim “anima” que é o princípio que dá movimento ao que é vivo.

Uma empresa precisa ser movimentada para crescer e se manter e quem irá promover isso será você: o EMPREENDEDOR. Por isso, dedique-se de CORPO e ALMA a este novo desafio!