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Como escolher pessoas para sua equipe?

Nessa semana, fui buscar minha filha na escola e ela já entrou no carro falando (como sempre!): “Mamãe, hoje teve educação física e minha amiga é que tinha a responsabilidade de escolher quem ela queria para o time dela de queimada e fez a maior burrada! A escolha dela foi por amizade e eu falei para ela que isso não ia dar certo! Ela primeiro escolheu as amigas e depois os amigos para completar o time e a maioria é tudo ruim! Qual foi o resultado? Lógico que perdemos e aí ela falou que era apenas uma brincadeira e eu respondi que tudo bem, mas a gente poderia ter ganhado se ela tivesse escolhido um time bom!”

Foi o gancho que peguei para confirmar o pensamento dela, estruturar melhor o aprendizado para ela e ter um insight para escrever esse artigo.

Quantos de nós já fizemos isso quando crianças? E quantos de nós fizemos isso ao chegar em uma posição de liderança? Chamarmos amigos para trabalhar conosco, afinal nos damos tão bem que o trabalho vai ser uma diversão!

Pois é… o trabalho pode e deve ser divertido, caso contrário, não aguentamos as pressões e os desafios do dia a dia, porém ele precisa atingir um determinado resultado e para que isso aconteça, precisamos estruturar uma equipe que consiga atingi-lo.

Conheço líderes que contratam seguindo os seguintes requisitos: parece legal, divertido e “bonitinho”. Utilizam ainda das perguntas: “Qual seu maior defeito? Qual sua maior qualidade? Qual seu hobbie?”. O que isso vai impactar nas atividades do dia a dia? Impactaria se as respostas fossem verdadeiras e o que na maioria dos casos não são, pois as pessoas já estão treinadas para responder a essas perguntas. Será que alguém vai responder que o maior defeito é ter dificuldade em trabalhar em equipe? Lógico que não! Eu já sei a resposta mais comum: “Sou perfeccionista!”.

Também conheço líderes que contratam apenas quem se parece com eles, que pensam como eles e qual o resultado? Normalmente, uma equipe sem divergências é uma equipe morna porque novas ideias não aparecem, não há questionamentos e isso faz com que ninguém evolua. Não estou dizendo para haver confrontos, brigas, mas quando alguém pensa diferente faz com que outro ponto de vista seja visto e analisado, algo talvez nunca pensado e surge um processo inovativo.

Na posição de liderança, precisamos ter na equipe pessoas diversas e não falo isso apenas sobre gênero, cor ou raça, mas de competências e habilidades diversas. Às vezes, um tímido que é um excelente executor, um extrovertido que consegue negociar prazos e atividades, um conciliador para lidar com conflitos e assim, por diante.

Algumas pessoas podem me perguntar: “Mas, Valeria e se eu cheguei com a equipe montada? Não tenho como escolher!”

Errado! Você sempre tem escolhas! Terá que passar por um processo de conhecimento da equipe… quem é quem, quem faz melhor o quê, quais as competências e habilidades de cada um e isso fará com que você consiga mapear a sua equipe para fazer um planejamento para alcançar o resultado desejado. Talvez, você terá que demitir? Talvez sim, é uma escolha!

Se você não tem como escolher quem fará parte da sua equipe, você pode adequar as atividades para cada um.

Na maioria das vezes em minha vida profissional, assumi equipes já estruturadas e já tive de demitir, trocar de função, trocar de área, contratar e até recontratar. Atualmente, por exemplo, tenho na minha equipe três designers e ao longo do tempo, fui conhecendo cada um. Hoje, sei o que cada um tem mais habilidade, prazos de entrega, o que gostam mais ou gostam menos de fazer (porque isso impacta na qualidade ou no tempo de execução) e várias outras questões. Cada um tem seu “talento” e assim direciono as atividades de acordo com o perfil de cada um. E o resultado? Entregas no prazo e com a qualidade desejada.

Não quer dizer que eu não erre ao contratar, mas os anos de experiência me fizeram errar bem menos. E como escolho as pessoas para trabalhar comigo?

Primeiro, verifico quais os resultados quero que o profissional atinja, quais as funções que deverá executar, tenho que ter claro o papel que ele desempenhará para que eu possa informá-lo.

Normalmente, o primeiro contato é o currículo, um documento claro, objetivo e que traz as informações necessárias que me atraiam e depois parto para a entrevista.

Na entrevista, gosto de saber um pouco de histórias da vida pessoal (não quero dizer íntima) e profissional para verificar se somos guiados pelos mesmos valores, pois se tivermos valores distintos poderá haver confrontos. Vou dar um exemplo: se o entrevistado me conta uma história onde buscou levar vantagem em alguma situação sobre outra pessoa, vejo que ele não compartilha do mesmo valor que eu e da empresa onde estou e esse comportamento pode afetar em algum momento o andamento do trabalho. Decido pela não contratação.

Por meio das histórias, verifico se gosta de desafios, como lida com eles; casos de sucesso e fracasso, isso principalmente é importante para saber se tem foco em soluções e como lida com o erro que para mim , particularmente, é um comportamento primordial. As histórias são reais, as pessoas não têm tempo para inventarem e quando inventam, consigo detectar facilmente, pois vou fazendo perguntas sobre o que elas falam.

Gosto de gente ousada, isso não quer dizer irresponsável, mas de pessoas que dentro de suas limitações conseguiram ter ideias interessantes e fizeram algo desafiador. Prefiro ter que segurar pessoas da minha equipe porque são inovadoras do que ter que empurrar para terem alguma atitude.

Se a sua equipe não deslancha, a responsabilidade é de quem? Sinto te dizer, mas é sua! É falta de ter uma atitude como líder, de fazer o que deve ser feito para que ela alcance os resultados que talvez, ela nem saiba quais são porque você não deixou claro.

Ter uma equipe de alta performance vai depender muito das escolhas que VOCÊ, como líder, faz e fará.

É fácil? Claro que não, afinal você lida com pessoas que têm pensamentos e sentimentos diversos, mas enfim, se você decidiu ser um líder, bem-vindo ao mundo das escolhas diárias.

 

 

 

 

 

 


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Quero montar uma pousada!

Mais uma vez, me deparei com uma pessoa que disse: “Quero montar uma pousada!”. Durante todos estes anos, trabalhando com empreendedores, foram vários que disseram a mesma coisa.

A primeira questão que levanto é o por quê desse tipo de negócio e a resposta é: “Ah! Porque adoro viajar!”.

Só que as pessoas esquecem que administrar uma pousada é muito diferente de você ser turista e ficar alguns dias nela. Conheço muitos donos de pousadas e o que eles menos fazem é viajar, o que mais fazem é trabalhar para o bem-estar de seus hóspedes.

Você pode até falar: “Ah! Mas eu terei funcionários!” Porém, tenha certeza de que mesmo assim, você viverá 24 horas por dia no seu negócio se você decidir morar lá.

Por isso, cuidado ao escolher um negócio porque você sempre gostou de algo relacionado a ele, pois negócio e diversão, às vezes, não caminham juntos.

Conheço um empreendedor que sempre gostou de cozinhar para os amigos e por ter esse hobby resolveu abrir um restaurante, primeiro porque gostava de cozinhar; segundo porque como todos elogiavam sua comida, acreditava que teria muitos clientes.

Porém ao abrir o restaurante, verificou que cozinhar de forma amadora era bem diferente de ter que administrar um restaurante, pois precisava se preocupar com finanças, funcionários, compras, atendimento e o que menos fazia era cozinhar. E também verificou que seus potenciais clientes (amigos) não frequentavam seu restaurante, afinal agora não era mais de graça, precisavam pagar.

E o que restou fazer então? Vender para alguém da área e retornar para sua área de atuação e a cozinha voltou a ser apenas um hobby.

Há alguns anos, meu marido e eu decidimos fazer um curso de sushiman para montarmos um restaurante japonês, afinal gostamos da culinária japonesa e amamos cozinhar. O curso seguia muito bem até que o nosso professor disse que deveríamos encontrá-lo no Ceasa à meia-noite. Eu disse: “Oiiii? Por quê?”. Ele respondeu: “Você acha que vai encontrar os melhores peixes às 8 h. da manhã?”

Foi exatamente nesse momento que desisti de montar esse negócio, pois pensei: que horas vou dormir? Afinal, meia-noite estarei no Ceasa, farei a compra e chegarei em casa em torno de 3 h., até guardar as compras e tomar um banho já serão 5 h. De manhã, normalmente, alguns fornecedores passam no restaurante e depois você já tem que começar a preparar tudo para o jantar. Enfim, qual o tempo que sobra para o descanso?

Por isso, pense bem quando escolher um negócio, analise ganhos e perdas, pontos fortes e fracos para que você não se arrependa depois.


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Filme: “Não sei como ela consegue” e dicas para melhorar a produtividade das mulheres

Escrevi esse artigo no blog Fábrica de Empreendedores há muitos anos, mas como hoje é o Dia da Mulheres resolvi postá-lo aqui com atualizações.

É uma comédia despretensiosa que trata da vida da mulher moderna buscando equilibrar carreira, maternidade e casamento.

Kate é uma profissional que trabalha com investimentos, apaixonada pelo marido Richard e tem um casal de filhos. Várias pessoas que convivem com Kate se questionam como ela conseguem fazer tudo e daí o título do filme.

No início do filme, Kate diz que existe uma pesquisa que as mulheres depois que têm filhos não conseguem dormir a noite toda porque ficam fazendo listas das tarefas que precisam realizar.

No trabalho, para demonstrar sua competência, Kate não recusa nenhum trabalho, mesmo se sacrificando. Momo, sua assistente, fica pasma de ver Kate muitas vezes desarrumada e sempre correndo, por isso diz que nunca terá filhos e se dedicará apenas ao trabalho.

Em um determinado momento, surge a figura de um colega de trabalho de Kate que busca se mostrar não pela competência, mas utilizando de vários artifícios não convencionais. Além de tentar minar sua autoconfiança. Mas, Kate se sobressai e é solicitada para um grande trabalho.

Devido a esse novo desafio, a agenda de Kate fica cada vez mais conturbada e isso acaba causando um grande conflito entre ela e seu marido. Até que um dia ela consegue falar um “não” para seu chefe, pois percebe que um emprego ela poderia encontrar em qualquer outro lugar, mas sua família era única. Enfim, Kate, finalmente, consegue conciliar sua carreira e família!

Assistam ao filme, vale a pena!

Eu não vou “ensinar”, mas darei algumas dicas de como eu lido com os diversos papéis que possuo no meu dia a dia para torná-lo mais produtivo e equilibrado. Quem sabe posso ajudar as várias mulheres “malabaristas” do mundo moderno!

PAPEL 1 – PROFISSIONAL

Tenho muitas atribuições, pois sou responsável pelos projetos online da TriadPS coordenando uma equipe com designers, desenvolvedores e conteudistas. Também atuo como consultora e facilitadora de treinamentos que exigem viagens constantes e além disso, elaboro metodologias e conteúdos para treinamentos. Além de alguns projetos extras que acabo me envolvendo.

  • Reuniões – procuro fazer via Skype se possível, evitando deslocamentos. Se não puder ser virtual, procuro marcar em horários de fluxo menor de carros. Muitas vezes, prefiro utilizar metrô e táxi, pois consigo otimizar algumas atividades.
  • Comunicação – prefiro utilizar o e-mail ou o Facebook ao invés de telefone ou celular. Para mim, é mais dinâmico. Ligação telefônica só se for urgente.
  • Delegação – delego tudo o que eu puder para minha equipe, pois é uma forma de treinamento também.
  • Eventos/ feiras/ congressos – verifico o quanto isso irá me agregar, ir por ir apenas para agradar alguém, sem chance. Se tiver algum tipo de aprendizado, oportunidade e networking, aí vale a pena.
  • Roupas básicas e clássicas – prefiro peças que combinem facilmente umas com as outras e que não saiam de moda. Assim como os sapatos.
  • Hotel – procuro reservar com bastante antecedência para não me estressar com a falta de vagas e preços elevados. Gosto de me hospedar nos hotéis Ibis ou Mercure porque já sei exatamente o que encontrarei e consigo pontos no programa fidelidade.
  • Dizer NÃO – se o trabalho estiver fora do escopo da minha atuação, clientes problemáticos, preço fora do que considero justo; digo “não” sem sombra de dúvidas para não perder tempo e depois me arrepender.
  • Horários – me programo para sair com bastante antecedência para qualquer compromisso. Afinal, atuando na Triad que é especializada em gestão de tempo e produtividade, chegar atrasada depõe contra tudo o que prego.
  • Aeroportos e rodoviárias – aproveito o tempo que preciso esperar para pegar o voo ou o ônibus para ler, escrever, estudar, planejar.

PAPEL 2 – MÃE

A Samara tem 11 anos e é uma menina alegre e super independente. Nunca me senti culpada em deixá-la para cumprir meus compromissos profissionais. Sempre parto com alegria, por isso quando volto ela sempre pergunta empolgada: “Como foi lá? Foi tudo bem? Deu tudo certo?” Ela entende que é importante para mim o que faço assim como vibro com tudo o que ela faz. Torcemos uma pela outra!

Apesar da vida maluca, consegui sempre estar presente em seus primeiros desafios: o primeiro corte de cabelo, o primeiro dente a cair, suas primeiras palavras, seu primeiro espetáculo na escola, seu primeiro dia de aula e tudo isso, é imperdível! Hoje, ela tem uma agenda mais cheia, porém me preocupo em não sobrecarregá-la, afinal criança tem que ter tempo para brincar e descansar.

  • Babá – nunca tive babá para cuidar da Samara. Meu marido e eu cuidamos de tudo o que ela precisa; fazemos questão de levá-la e buscá-la na escola e acompanhá-la nas suas atividades extra-curriculares.
  • Passeios e viagens – fazemos questão de planejarmos a viagem ou passeio com foco nas preferências da Samara para que ela curta e nós não nos estressamos.
  • Refeições – isso é algo que não abrimos mão quando estamos em casa. Fazemos as refeições juntos e sentados à mesa, pois é o momento de conversarmos e sabermos sobre o dia de cada um de nós.
  • Saúde – programo todas as vacinas e retornos médicos.

PAPEL 3 – ESPOSA

Meu marido é um tesouro, sem ele com certeza eu não daria conta de fazer tudo o que eu faço, compartilhamos nossas atividades rotineiras.

Uma vez, estávamos viajamos tanto a trabalho que não conseguíamos nos encontrar. Marcamos um jantar em São Paulo pelo menos para um bate-papo. Aí eu fui para um hotel e ele foi para outro do outro lado da cidade porque tínhamos treinamento no dia seguinte em locais diferentes.

  • Nossos momentos – a Samara é tão independente que muitas vezes ela “foge” de casa; se manda para a casa dos avós e nem dá “tchau”; então, são momentos que aproveitamos para assistir a um filme, jantar, conversar (mais) e namorar.
  • Saúde – fico atenta às suas consultas médicas, se não ele foge.

PAPEL 4 – DONA DE CASA

Muitas das coisas que consigo fazer em outros papéis acontecem porque consigo ter produtividade nas atividades chatas que precisamos fazer em casa. Meu senso prático ou por não gostar de fazer determinadas atividades, faz com que eu procure formas mais fáceis de realizá-las.

  • Casa ideal – Meu marido gostaria de ter uma casa maior, mas eu não curto muito a ideia, por quê? Só temos uma filha e a princípio, ficaremos apenas com ela. Daqui a algum tempo, provavelmente, ela deverá estudar fora ou passará muito tempo fora de casa. Então para que uma casa enorme para ficar apenas eu e ele? Só vai dar trabalho para nada. Além disso, pelo tamanho da casa eu não preciso ficar me preocupando em ter empregada, me estressando para encontrar uma de confiança e comprometida.
  • Escolher bem os eletrodomésticos – uma das minhas melhores aquisições foi uma máquina de lavar com grande capacidade e uma panela de pressão elétrica. Faz muito mais em menos tempo. O freezer também é algo imprescindível para mim, gosto de preparar pratos em grande quantidade e aí congelo para os momentos que preciso.
  • A torneira elétrica – poupa um trabalho enorme na hora de lavar louça com gordura. Fica tudo limpinho com menos esforço.
  • Decoração – nada de enfeitinhos e tapetes, para limpar é um horror, então aboli tudo.
  • Quarto da Samara – caixas organizadoras são bem bacanas para colocar os brinquedos das crianças. Periodicamente, verificamos com a Samara quais brinquedos ela vai doar para liberar espaço para as coisas que ela mais gosta. Ela verificou ao arrumar o quarto dela o quanto isso dá trabalho, então tem conseguido organizá-lo do seu jeito. Coisas dela ficam em seu quarto e em nenhum outro cômodo da casa.
  • Compartilhar as atividades com o marido – tem muita mulher que reclama que o marido não faz nada, mas também não divide as atividades ou “acha” que ele não conseguirá fazer tão bem quanto ela. Às vezes, não faz mesmo, mas por que é preciso tanta perfeição? Ou, se está fazendo errado, ensina.
  • Cozinhar – eu adoro preparar pratos bacanas, mas não dá para fazer isso todos os dias. Então, por isso determinados pratos, já faço bastante para congelar ou pelo menos quantidade suficiente para duas refeições. Já ganho tempo! O Samuel também gosta de cozinhar, mas depois de pronto ele deixa tudo limpinho!
  • Documentos – organizados em pastas e por tipos
  • O lema é: Se todo mundo ajudar, vamos terminar antes e nos divertir mais cedo!

PAPEL 5 – EU LTDA.

Esse é o momento dedicado a mim, onde faço coisas importantes dedicadas a minha pessoa!

  • Cabelereira e manicure – não sou vaidosa, mas preciso cuidar da minha imagem pessoal ao me apresentar para meus clientes. Mas, também posso ser produtiva nesse momento. Escolhi um corte de cabelo que não dá trabalho, um secador dá conta de mantê-lo arrumado; tintura (2 vezes por mês) e corte uma vez por mês e deu! Procuro pintar as unhas com tons clarinhos para mantê-los por mais tempo e se der uma lascadinha, dá para dar um jeitinho rapidinho. Minha manicure fica louca para por um tom escuro, mas só de vez em quando eu deixo!
  • Leitura – sou uma leitora voraz, adoro passear nas livrarias para verificar lançamentos. Mas, dificilmente compro algo lá, as lojas na Internet são bem mais baratas e seu achar na Estante Virtual que é um sebo virtual, é lá mesmo que eu compro!
  • Cuidados – tem o meu momento dos esfoliantes, dos cremes. Afinal, eu também sou mulherzinha!
  • Atividade física – meu marido e eu combinamos de pelo menos três vezes por semana fazer uma caminhada para sair do sedentarismo e emagrecer. Estabelecemos o horário em que nossa filha fica na aula de vôlei.
  • Saúde – agendo para marcar as consultas médicas entre janeiro e fevereiro, épocas mais tranquilas para mim.

 

PAPEL 6 – FAMÍLIA

Como nossos pais moram em outra cidade, procuramos visitá-los a cada 15 dias e aí já reunimos todos para um almoço para podermos curti-los.

OUTRAS DICAS QUE SERVEM PARA QUALQUER PAPEL

1. Listinhas – eu sou a rainha das listinhas. Algumas delas, você fará uma vez e depois poderá utilizá-la em outros momentos, fazendo pequenas alterações. Faço no Word, no Neotriad (www.neotriad.com) ou no meu bloquinho de anotações que levo para qualquer lugar. Vou citar as listinhas que me ajudam no dia a dia:

  • Compras – durante a semana, anoto o que precisarei comprar no supermercado no meu bloquinho e faço as compras no sábado ou domingo de manhã. Faço o cardápio da semana seguinte e verifico o que precisarei comprar para compô-lo.
  • Viagens – tanto a trabalho quanto a passeio, tenho minha lista para não faltar nada como medicamentos, roupas, acessórios, artigos de banho, sapatos, documentos, equipamentos.
  • Festas – tenho uma lista com atividades a serem realizadas, cardápio,  itens a serem comprados, quantidade por pessoa, louças, equipamentos, convidados. Quando faço uma festa, sempre faço um inventário para evitar faltas e sobras. Alguns itens podem ser congelados, então me antecipo para deixar tudo para fazer em cima da hora.
  • Fim de ano – lista com nomes de pessoas que preciso presentear e prováveis presentes. Faço as compras, aproximadamente, 15 a 30 dias antes do Natal.
  • Planejamento semanal – na sexta (de preferência) ou sábado ou domingo, planejo minha semana utilizando o Neotriad (tanto para assuntos profissionais quanto pessoais). Lanço todos os meus compromissos e tarefas que preciso executar. E também as tarefas que preciso delegar para minha equipe. Por exemplo: Se eu tenho uma reunião, lanço como compromisso na data marcada  e verifico tudo o que preciso fazer para essa reunião acontecer e lanço como tarefa. Depois é só executar e monitorar.

2. Tenha sempre um bloco de anotação próximo – muitas vezes, lembro de atividades ou tenho ideias no meio de uma reunião, no avião, no ônibus ou de noite. Aí, já saio anotando para não esquecer. Se você acorda muito durante a noite lembrando de um monte de coisa, anote; você perceberá que ao fazer isso, voltará a dormir com muito mais tranquilidade. Se você não fizer isso, toda hora acordará porque seu cérebro não ficará relaxado com medo de você esquecer.

3. Estabelecer as metas – isso faz com que você visualize o futuro e se planeje melhor; não perdendo tempo em situações que não agregam.

4. Fazer o que é importante para mim e para minha família – não fico a mercê do que a sociedade acha que você tem que fazer. Vamos a lugares que desejamos ir, temos o carro que podemos ter, compramos o que podemos comprar, me relaciono com quem gosta de mim pelo o que sou e não pelo o que tenho. Pouco me importa se todo mundo vai a um determinado lugar ou faz determinada atividade porque é o “must”, o que importa é agradar a nossa família.

5. Não reclamar dos problemas – focar nas soluções e tomar decisões. As pessoas perdem um tempo danado reclamando para pessoas que nunca vão resolvê-los. Então, ao invés de reclamar, pense no que pode fazer para melhorar.

6. Comprar pela internet – eu nunca tive problemas com minhas compras e já comprei quase tudo que se pode imaginar, porém sempre busco empresas conceituadas, mesmo pagando um pouco mais caro. Não preciso enfrentar trânsito, sair de casa e lojas cheias.

7. Viagens – em feriados, não viajo ou vou para lugares que ninguém vai. Prefiro aproveitar para ir para locais onde posso desfrutar de tranquilidade, sem trânsito, sem aglomerações, sem filas. Vejo um monte de gente que viaja no feriado para descansar e volta mais cansado e o pior, passa a semana toda reclamando para todas as pessoas que encontra do inferno que foi!

8. Restaurante em finais de semana – para aproveitar melhor meu dia, se resolvo almoçar fora, prefiro chegar logo na primeira hora ou melhor, abrir o restaurante. É muito mais tranquilo, não tem fila de espera, ficamos muito mais à vontade e somos melhores atendidos, pois os garçons ainda não estão de mau humor.

9. Shopping – evito os horários de maior “muvuca” para poder estacionar tranquilamente. Se vou no fim de semana, chego cedo, almoço cedo e vou para o cinema cedo. Quando o tumulto está começando, eu estou indo para minha casinha feliz e descansada.

10. Pedágio – como viajamos bastante de carro, decidimos colocar o Sem Parar, pois estávamos perdendo muito tempo para passar o pedágio.

Acredito que consigo levar uma vida equilibrada por conta de três aspectos: FOCO, PLANEJAMENTO e DISCIPLINA.

Se vocês analisaram algumas ações que pratico, acabo ganhando minutos preciosos ou até horas, permitindo que eu faça muito mais coisas em menos tempo. Além disso, não economizo apenas tempo, mas também dinheiro. Vamos para um exemplo?

Quando digo que compro pela internet, economizo em tempo por não precisar sair de casa e ficar procurando nas lojas que às vezes são distantes uma das outras e o tempo de procura pelas lojas na internet é muito mais rápido. Em relação ao custo financeiro, costumo encontrar preços mais atrativos na internet e não tenho gasto de gasolina, de estacionamento e outros que acabam por vir, mesmo pagando o frete da entrega.

Sendo assim, se formos juntar tudo isso, consigo economizar TEMPO e DINHEIRO. Levar uma vida com qualidade e muito mais tranquila!

Que tal começar a planejar, hein?


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Se você quer realizações, você precisa começar a tomar decisões

Começarei o artigo de hoje com uma história que aconteceu há alguns dias com minha filha.

Samara decidiu que gostaria de entrar na escolinha de vôlei e assim, buscamos informações de local, dias e horários. Fomos informados que ela poderia fazer uma aula experimental e lá fomos nós (meu marido, ela e eu)…

Chegando lá, ficamos sentados observando o grupo anterior que estava treinando e quando chegou o horário das crianças da idade dela, eu falei: “Vai lá para experimentar!” e o que ela disse? “Não!!! Vou ficar aqui olhando…”

Nessa hora, preciso ser verdadeira (rsrs), meu sangue esquentou de raiva e disse: “Eu não te trouxe aqui para ficar olhando! Se fosse assim eu nem teria vindo! Você NUNCA vai aprender a jogar se ficar olhando. Só aprende se você for lá e jogar!”

Meu marido que nessas horas é mais tranquilo, a chamou e foi com ela até o professor, enquanto eu fiquei bufando no banco (rsrsrs)…

Ela foi para a quadra, logo se enturmou, se divertiu muito e saiu da aula toda animada dizendo que esse é o esporte que ela quer fazer. E como eu não poderia deixar de dizer para ela que se ela não tivesse ido, não saberia como seria e provavelmente não ia querer voltar para a próxima aula porque ia achar tudo chato.

E o que eu quero dizer contando essa história?

Muitas pessoas que conversam comigo dizem que querem buscar seus sonhos, suas metas, suas realizações, mas nada fazem para que isso aconteça. Ficam como a minha filha, inicialmente, apenas “assistindo” ao jogo e não entram em campo para mostrarem o que são capazes de fazer, suas habilidades, suas competências, sua vontade de vencer.

Deixam a vida passar e isso desmotiva porque vivem na inércia, sem desafios.

E para mudar esse jogo, é necessário tomar decisões que implicarão em mudanças, novas realidades, novos relacionamentos, novos comportamentos. Não dá para ter resultados se você não faz nada, fica parado, apenas na torcida.

Ser torcida é legal, você se diverte, vibra, mas quem ganha mesmo é quem está lá no campo, jogando, mostrando resultado, sendo visto por outras pessoas que podem abrir portas e assim, ter boas oportunidades.

Às vezes, você vai jogar (tomar decisões) e vai se machucar, errar; mas tudo será um aprendizado para as novas jogadas (decisões). Na teoria, tudo é simples e fácil, mas só quem vive a prática, vive o jogo (vida) real.

Quer viver uma vida de realizações? Tome decisões que te leve a isso e desse modo, você pode sair do “jogo” como a Samara saiu feliz e motivada para o próximo!

Ah! E eu esqueci de contar uma coisa: ela saiu machucada com os dois joelhos ralados e pensa que isso foi motivo de ela falar que não voltaria mais? Não, ela encontrou uma solução: só comprar as joelheiras!

E aí? Vai ficar de mimimi ou vai encontrar uma solução para continuar no “jogo”?

 

 


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Por que você não toma decisões? Medo do fracasso ou do sucesso?

Talvez, você ache estranho o título desse artigo e fale: “Como assim? Ninguém tem medo do sucesso!!!”

Será???

Ao conversar com as pessoas, o mais comum, é claro, que elas deixam de tomar decisões porque têm medo de fracassarem e aí como vão lidar com isso… O problema não é exatamente como elas vão lidar com o fracasso, o grande “desconforto” é “o que elas vão falar para as outras pessoas” como se elas devessem satisfação de sua vida e o que acontece? Elas deixam de viver seus sonhos para viver o que as pessoas acham mais correto ou fazem ações que não possuem desafios para se arriscarem pouco e poderem falar que são vitoriosas, mas no fundo, elas sabem que não estão realizadas.

Aprendi ao longo de todos esses anos que quanto mais decisões tomamos, provavelmente, vamos fracassar bastante, porém também vamos ter muitas realizações. E se não tomamos decisões, também não erramos e obviamente, nossas realizações serão muito menores. Decidir é uma questão de tentativa e erro? Sim, mas podemos aprender a errar menos ou se errarmos, podemos tomar novas direções rapidamente.

Agora, tem gente que tem medo do sucesso? SIM!!!

Muita gente já fez o seguinte relato: “Sei a decisão que quero tomar, fiz uma análise das probabilidades e todas levam a caminhos positivos, mas não consigo ir em frente.”

E por que ela não consegue ir em frente se pode ter sucesso? Talvez, por a questão de ter que enfrentar uma mudança.

Toda decisão terá uma mudança e as pessoas sabem que vão se deparar com coisas novas e terão que aprender a lidar com elas. Isso gerará um novo comportamento e provavelmente, muito trabalho pela frente e terá que dispender uma energia que ela não sabe se está disposta a gastar.

E o que acontece quando não se vai em frente? As oportunidades e aprendizados passam, as realizações nunca chegam, mas a frustração dessa paralisação cada vez se torna maior. É um ciclo vicioso constante até que a pessoa visualize os benefícios que pode ter e decida sair de sua zona de conforto para a zona da coragem.

Enfrentar os novos desafios, conhecer pessoas novas, ver novos cenários, ter novos resultados que a movimentem e ao chegar no final do dia, mesmo esgotada possa parar e refletir como sua vida está diferente, com mais brilho e novas perspectivas.

Vai esperar até quando para tomar uma decisão? Até que alguém ou a vida tome por você? Antecipe-se, não fique esperando a melhor hora, sabe por quê? Porque nunca teremos certeza se ela chegará!


doces Val

Já decidi! Vou trabalhar com comida que sempre dá dinheiro!

É muito engraçada a percepção das pessoas que não possuem negócios em “achar” sobre os negócios alheios.

Quando as pessoas descobrem que sou especialista em empreendedorismo, sempre me fazem algumas perguntas:

1. “O que é que dá dinheiro?” – Sinceramente, se eu soubesse com exatidão, teria acertado os seis números da Megasena.

2. “O que eu posso montar sem risco de perder dinheiro?” – Não existe negócio sem risco e se você tem medo dele, ser empreendedor não é para você.

3. “Negócios na área de alimentação sempre dão dinheiro!” – Será??

Qualquer negócio pode ser bom e qualquer negócio pode ser ruim. São vários os fatores que levam ao sucesso ou ao fracasso de um negócio. Podemos dizer que alguns deles são:

  • Falta de um plano financeiro (impostos, capital de giro, administração de fluxo de caixa)
  • Falta de um plano de negócio
  • Falta de índices para monitoramento do negócio
  • Falta de mão-de-obra ou seleção e recrutamento inadequados
  • Sócios inadequados
  • Problemas familiares
  • Os clientes não aceitam tão bem o produto
  • Surge um forte concorrente
  • Um funcionário-chave pede demissão
  • Uma máquina quebra e outros

E porque tudo isso acontece? Pela total falta de planejamento do empresário.

Quando falamos em negócios na área de alimentação (docerias, restaurantes, lanchonetes, buffets, pizzarias, padarias etc.) podemos afirmar que há um crescimento exponencial nessa área por falta de tempo das pessoas, pelo aumento na renda do brasileiro, por comodidade.

Então é uma área que dá dinheiro? Se for bem planejado sim, se você encontrar seu foco bem definido de atuação, seu diferencial competitivo e hoje, principalmente, conseguir montar bem a equipe de trabalho.

Há um “black out” na formação de mão-de-obra especializada em alimentação, desde o ajudante de cozinha até um gerente para administrar o empreendimento. O mercado está louco para contratar e não se encontra pessoas para ocupar as funções.

Ter um restaurante ou doceria ou até produzir em casa não é simples, não adianta apenas gostar de cozinhar. Uma coisa é você produzir um jantar ou um aniversário para a família. Uma outra coisa, é você viver disso.

Existirão pessoas que quando era de graça, adoravam seus pratos; mas se tiver que pagar, elas sumirão. Tenho uma amiga que tem um buffet e me contou que uma prima contrata um concorrente só para não ter que “dar dinheiro” a ela. Pode?

Além disso, pode ser que você goste de cozinhar e isso é o que você se vê fazendo a longo prazo, um sonho; mas você sabe como administrar o negócio? Ou você tem quem fará isso por você?

A palavra de ordem é PREPARO para que você que não entre em uma fria!

Pense, analise, escolha bem o seu negócio porque o dinheiro não aceita desaforo!


gestaoFinanceira

Quais decisões financeiras devo tomar em épocas de crise?

Fazendo uma busca em alguns arquivos, encontrei a matéria abaixo que foi publicada no InfoMoney em 2009 (uma época de forte crise, porém não tão intensa como a que vivemos hoje) e achei que continua atual, afinal dinheiro não aceita desaforo, se não for bem utilizado ele te dá as costas e vai embora.
O empreendedor precisa analisar seu fluxo de caixa para que possa tomar melhores decisões. É uma ferramenta tão conhecida, porém, infelizmente, ainda muito pouco utilizada. Saiba que pode te dar uma visão do negócio e decidir qual rumo tomar.
As dicas da matéria abaixo podem te ajudar muito!

A crise financeira trouxe preocupações adicionais aos micro e pequenos empresários. Por exemplo, a crise de confiança, que influencia diretamente o consumo, reduzindo as vendas, está tirando o sono de muita gente.

Para driblar esse momento de instabilidade, a Fecomercio (Federação do Comércio do Estado de São Paulo) alerta aos pequenos empresários sobre os cuidados para administração do caixa. Este é o momento ideal para redimensionar os planos, a previsão de gastos e a situação financeira das empresas.
 
 Antecipe pontos críticos
  
Segundo a Fecomercio, o empresário pode solucionar os pontos críticos do seu fluxo com antecedência, por meio de simulações. Como o caixa reflete todas as decisões estratégicas da empresa, ao mesmo tempo em que representa um norte para as próximas decisões do empreendedor, a Fecomercio destaca algumas medidas importantes na busca por uma gestão de caixa eficaz, que pode mudar o rumo da empresa.

Confira as dicas:

Negocie com fornecedores: procure negociar prazos alongados de pagamento, que possibilitem ao empresário ter um capital de giro maior. Renegocie contratos já assumidos, buscando sempre o alongamento de prazos. Verifique as taxas que foram negociadas e busque uma redução no momento da negociação. Para novos contratos, faça diversas cotações e compare sempre prazos e taxas;

Negocie com clientes prazos de pagamentos mais curtos: procure sempre negociar com os clientes prazos mais curtos para recebimento de parcelas. Essa redução de prazo, conjugado com o alongamento das negociações com fornecedores poderá dar fôlego à empresa no que diz respeito ao capital de giro;

Avalie a forma de remuneração do capital da empresa: para empresas que possuem capital remunerado em aplicações de mercado, é importante avaliar e comparar alternativas oferecidas, levando em conta taxas e prazos;

Melhore a reciprocidade bancária: reduza o número de bancos com quem opera a fim de evitar o pagamento duplicado de tarifas. Reduzindo o número de bancos, melhora a reciprocidade bancária e, com isso, o empresário tem maior poder de barganha para negociar redução de pacotes de tarifas com o gerente de sua agência;

Reavalie seu perfil de endividamento: reveja seu nível de endividamento, verifique as possibilidades de redução da dívida, planeje o pagamento; renegocie saldos devedores e taxas aplicadas, procurando planejar o pagamento de grandes amortizações em momentos favoráveis do fluxo de caixa e renegociando esses desembolsos quando o fluxo de caixa é desfavorável, a fim de não provocar saldos negativos que poderão levar a empresa à necessidade de contrair novas dívidas;

Reduza custos desnecessários, fixando metas de despesas: analise sempre a prioridade dos desembolsos, identificando os que são de urgência e planejando os demais para momentos mais adequados, considerando inclusive o parcelamento dos mesmos. Verifique outras possibilidades em relação ao desembolso, outras formas menos onerosas e compare o custo-benefício de cada uma delas;

Avalie o custo de seus estoques: verifique a real necessidade do nível do estoque, avalie o custo, comparando com a geração de caixa que ele proporciona, bem como sua margem de lucro. Busque alternativas, como a encomenda de mercadorias com data prevista, a fim de não deixar estoque parado mais do que o necessário ao giro do negócio;

Avalie formas de recebimento de clientes em atraso: controle o cadastro de inadimplentes. Proponha renegociações, conceda descontos a fim de recuperar créditos e gerar melhor capital para o giro dos negócios;

Analise gastos com logística e planeje operações: avalie, na negociação, o custo de entrega e de fretes, bem como formas de reduzir o preço dessa operação. Compare custos de entrega e de retirada própria. Avalie riscos de desvio de mercadorias e outros problemas que podem encarecer o custo da logística, como o seguro de mercadorias;

Verifique possíveis perdas: perda é todo valor não recebido por conta de erros na operação ou da falta de prevenção. Podem ocorrer de diversas formas, muitas vezes imperceptíveis, reduzindo o resultado final da operação;

Reavalie investimentos: com a crise, cabe a reavaliação dos planos de investimentos, identificando os que podem dar retorno e calculando o valor desse retorno, bem como seu prazo. A partir daí, decida pela sua continuidade ou interrupção. Se houver mais fatores de incerteza, mude o investimento, como o intuito de evitar uma situação maior de endividamento;

Analise a posição de seus ativos e respectivos custos: verifique o custo de manutenção dos ativos, bem como a viabilidade de venda de parte de seus ativos mais onerosos e que não indiquem retorno no curto prazo;

Reveja todos os processos operacionais: conforme o ramo de negócio, verifique todas as etapas de sua atividade, bem como seus custos. Com base nessa análise, será possível identificar quais atividades estão de acordo com o foco do negócio e, a partir disso, eliminar tarefas desnecessárias e onerosas, obtendo maior produtividade com menor custo.


emoções, tomada de decisões

O que os filmes de animação podem te ensinar sobre as Emoções na tomada de decisões?

Quando falo sobre tomada de decisões, um dos aspectos que abordo e que é fundamental é como as emoções impactam em nossas decisões.

Muitas pessoas me dizem que é muito difícil separar a razão da emoção, porém é necessária essa cisão, pois se tomarmos atitudes no calor das emoções, podemos nos arrepender profundamente. Decisões devem ser tomadas de forma racional.

Quero abordar esse tema utilizando algo que gosto muito: os filmes de animação. Há muitos anos, não consigo mais assistir a esse tipo de filme sem fazer uma análise mais profunda das mensagens que ele traz.

Mensagens pouco entendidas pelas crianças (e talvez até por adultos), mas que podem nos fazer refletir e tirar excelentes aprendizados!

Quero trazer dois filmes que exploram como as emoções podem afetar nossa tomada de decisões: Angry Birds e Divertidamente.

Só um alerta, este texto contém spoilers (rsrs). Depois não diga que eu não avisei!

emoções, raiva, red

Angry Birds é um filme bobo! Será?

No filme Angry Birds, há um personagem chamado Red, um pássaro mal humorado e “super” sincero que quando sai do sério não consegue controlar sua raiva e fica totalmente fora de controle. Por isso, vive fora de sua comunidade para alívio dos outros habitantes.

Depois de mais uma explosão emocional é enviado para um centro de controle de emoções onde conhece outros pássaros que juntos vão passar por alguns apuros.

Os pássaros recebem a visita de alguns porcos e Red acredita que tem alguma coisa de errado, mostra alguns fatos que descobriu, mas pela sua personalidade explosiva já conhecida por todos, ninguém acredita até que os porcos roubam todos os ovos dos pássaros que verificam que Red tinha razão.

Nesse momento, Red diz que é momento de todos sentirem raiva, pois ela fará com que todos lutem para buscarem seus ovos. Nesse momento, os pássaros conseguem descobrir seus “super poderes” e atingem seu objetivo.

Red nos mostra duas formas da raiva:

  1. Uma que nos tira a razão, perdemos o equilíbrio emocional, tomamos decisões erradas e agimos de forma inconsequente, gerando um profundo arrependimento, pois somos julgados e podemos ficar estigmatizados. Perdemos relacionamentos e credibilidade.
  2. Outra que pode nos mobilizar para um resultado, quando conseguimos parar, pensar e direcionar a raiva para ações mais efetivas em prol de um objetivo que desejamos e assim atingi-lo.

Exemplo: Alguém te diz que você é incapaz de fazer determinado trabalho. Você pode sair gritando, esbravejando e perder o controle e sair como louco da situação ou você pode parar e pensar como pode mostrar realmente o que é capaz de executar, despertando habilidades que nem imaginava.

emoções, raiva, tristeza, alegria, medo, nojo

E o que Divertidamente pode te ensinar?

Divertidamente que é um filme que retrata nossas emoções básicas em forma de cinco personagens: Alegria, Tristeza, Raiva, Nojo e Medo.

Conta a estória como uma menina de 11 anos chamada Riley que precisa aprender a lidar com suas emoções ao se mudar de cidade com os seus pais.

O cérebro é mostrado como um quartel general onde as emoções residem e controlam os sentimentos e ações de Riley. Lá estão armazenadas as memórias base, isto é, as memórias mais marcantes da vida e são elas que mantêm sólidas as ilhas da personalidade, no caso da Riley: Hóquei (o esporte que ela mais gosta), Palhaçada (as brincadeiras feitas entre ela e seus pais), Amizade (lembranças de sua melhor amiga), Honestidade (valor alimentado por seus pais) e Família (na tristeza ou na alegria, sempre estiveram juntos).

As lembranças de Riley são representadas por inúmeras bolas coloridas: amarela (Alegria), azul (Tristeza), verde (Medo), roxo (Nojo) e vermelho (Raiva). No dia da mudança de Riley, várias bolas verdes foram geradas demonstrando o medo pelo fato e assim, várias bolas (lembranças) vão sendo geradas ao longo da estória.

Depois de um tempo, várias lembranças são deixadas para trás (subconsciente) até que elas se apagam (inconsciente).

A mudança de cidade da família é apenas o pano de fundo para mostrar a mudança da fase de criança para a adolescência de Riley e como as emoções a fazem agir.

Por um problema ocorrido na sala de controle, as memórias base foram perdidas e Alegria e Tristeza estão fora, buscando recuperá-las. E quem fica no comando? A Raiva!

A primeira ilha a cair é a da Palhaçada que mostra que aquela criança não existe mais quando Riley não vê mais graça nas brincadeiras do pai, pois está com Raiva dessa mudança.

A segunda foi o da Amizade ao perceber que sua melhor amiga está empolgada com uma outra e assim com Raiva, deixa a amiga.

A ilha do Hóquei é a terceira a cair, pois ao fazer um teste para o time devido ao seu nervosismo, acaba não tendo resultados, não consegue ter um controle emocional, deixa a Raiva, mais uma vez, tomar conta dela e decide assim, abandonar o esporte que tanto ama.

Raiva decide “implantar” uma ideia na Riley: fugir de São Francisco e para isso, ela decide roubar a mãe e pega o cartão na bolsa dela, cai a ilha da Honestidade. O Medo busca persuadir a Raiva, mas ela é mais forte e não consegue. Assim, as lembranças começam a desmoronar.

Alegria acreditava que a vida poderia ser feita apenas de momentos bons, buscando a todo custo evitar que Riley tivesse outras emoções, principalmente Tristeza, mas com a jornada em busca das memórias base, ela percebe que não, que a vida é feita de uma mescla de todas. Alegria se lembra de um momento em que Riley estava triste porque havia perdido um gol no jogo de hóquei, porém seus pais foram consolá-las e logo em seguida, todo o time de hóquei também e assim ela ficou muito feliz. Alegria entendeu que muitas vezes a felicidade é acompanhada de uma tristeza.

Quando Riley embarca no ônibus para fugir, a ilha da Família começa a desmoronar e Raiva se arrepende, mas não consegue mudar a situação. Percebe-se que Riley está tão confusa que não consegue mais entender suas emoções.

Tristeza chega na sala do comando e consegue reverter a situação, fazendo com que Riley retorne para casa e consiga conversar com seus pais, demonstrando toda a Tristeza que sente e os pais a compreendem. Alegria e Tristeza geram uma bola mesclada de amarelo e azul que representa esse momento e assim, a ilha da Família é reconstruída.

No final, vemos que algumas ilhas que desmoronaram foram substituídas refletindo as fases da vida adolescente de Riley e as lembranças são representadas por bolas de cores mescladas, mostrando que nossas lembranças não são compostas de emoções únicas. A Alegria, às vezes, é acompanhada de uma Tristeza profunda. O Medo pode se transformar em Raiva e assim por diante.

Podemos também perceber que em Divertidamente se não há controle das emoções, as decisões podem ter resultados desastrosos como no caso de Riley que se deixou levar pela Raiva.

O filme é muito intenso! Dificilmente, conseguiria reproduzi-lo com todos os detalhes e insights que tive e que provavelmente você tenha outros. Por isso, vale a pena assistir!

Cuide das suas emoções para não se arrepender depois

No livro Blink de Malcolm Gladwen há uma citação sobre Dave Grossman (antigo tenente-coronel do exército) que afirma que o estado ótimo de “excitação” – a faixa dentro da qual o estresse melhora o desempenho – ocorre quando nossos batimentos cardíacos estão entre 115 e 145 por minuto. Acima de 145 batimentos, começamos a ter problemas de cognição e quando atingimos 175, há um colapso absoluto de processamento cognitivo. Nesse momento, nossas decisões são totalmente impactadas pelas emoções sem nenhum vestígio de racionalidade.

Dessa forma, devemos aprender a entender nossas emoções para podermos pensar melhor e tomarmos melhores decisões.

Eu tenho um mantra quando percebo que estou sendo dominada por fortes emoções: “Pare, pense, planeje e decida”. Quando digo fortes emoções, não quero dizer apenas as consideradas “ruins”, como o medo e a raiva; mas também precisamos cuidar da alegria.

Quando estamos “excessivamente” alegres também podemos tomar decisões erradas, recheadas de um otimismo exagerado e isso pode ser desastroso.

Outra emoção sobre a qual recebo muitas perguntas é o que fazer com o medo, como lidar com ele? O medo não é de todo um sentimento ruim, pois ele nos mantém atento para não corrermos grandes riscos. Imagine se ao atravessar a rua você não tivesse medo de ser atropelado? Provavelmente, não olharia para os 2 lados, não é? Porém, o medo se torna um sentimento ruim quando ele te bloqueia totalmente para qualquer ação e aí sim, precisa ser trabalhado para que possa ser transformado em um processo de análise de riscos e dessa forma, tomar uma decisão.

Vocês perceberam que as emoções podem ser boas em alguns momentos e ruins em outras? Depende de como você as utiliza!

autoconhecimento

Busque o autoconhecimento, esse é o caminho para uma melhor tomada de decisões

Faça esse exercício:

  1. Identifique suas emoções
  2. Como elas se manifestam e como você se comporta?
  3. Quais decisões tomou impactadas por qual emoção? Qual foi o resultado?
  4. O que você pode fazer quando for tomado por determinada emoção?

Além do meu mantra, uma outra ação que me ajuda muito é escrever, principalmente quando estou com raiva. Escrevo tudo o que gostaria de falar e normalmente quando chego no final, releio o que escrevi e apago tudo porque a vontade de despejar aquelas palavras para determinada pessoa, passou e assim não faço algo que depois me arrependa. Ou então, o texto me serve de subsídio para elaborar alguma estratégia para planejar meus próximos passos. Que tal experimentar?

Deixe seus comentários nesse post! Quem sabe você pode ajudar outras pessoas a lidar com suas emoções dando algumas dicas!

 

 

 

 

 


dinheiro, ganhar dinheiro, ficar rico

Momento da decisão do empreendedor: Qual negócio dá mais dinheiro que devo montar?

Nessas minhas andanças, essa é a pergunta que mais me fazem, como se eu tivesse uma receita infalível para ganhar dinheiro (com certeza, se soubesse já teria montado… é como perguntar quais são os números que serão sorteados na mega-sena).

Minha resposta sempre é, qualquer negócio pode dar lucro ou prejuízo, depende de vários fatores e principalmente, de muito planejamento e uma excelente execução.

Mas, parece que as pessoas não acreditam e continuam a buscar atalhos para ganhar dinheiro de forma fácil, sem trabalhar, sem pensar. É muito comum, acreditarem que “a galinha do vizinho põe melhores ovos do que a nossa”, isso quer dizer, o negócio dos outros sempre “parece” melhor do que nosso.

Digo “parece”, pois as pessoas observam apenas as aparências, mas não param para analisar os detalhes que envolvem os negócios. Contarei um fato que ocorreu comigo.

Tive uma papelaria por 10 anos e tenho um amigo que sempre foi funcionário, mas vivia me perguntando “qual negócio dá mais dinheiro?”. É louco para sair do emprego, mas não tem coragem de correr os riscos de um negócio, assim, fica buscando algo excelente e seguro (espero que um dia ele descubra e me conte).

Durante a semana, ele não passava na loja devido ao seu horário de trabalho, mas aos sábados ele “dava uma passadinha” para bater um papo e parado na porta ele observava o comércio de um vizinho que possui uma espécie de “rotisseria, mercado, açougue” e me dizia “Esse negócio é bom, olha o movimento, não pára, o cara deve ganhar uma boa grana. Se eu fosse você, fechava a papelaria e montava um negócio igual ao dele, mas faria diferente… melhoria isso… colocaria aquilo…”.

Enfim, acho que você já sabe como era a conversa. Vamos tratar dos pormenores dessa questão.

  1. Por que no sábado o meu vizinho estava lotado e minha papelaria vazia? Aos sábados, muitas pessoas acordam um pouco mais tarde e depois de tanto trabalho durante a semana, querem a praticidade de comprar pratos prontos na rotisseria, outras que não conseguiram fazer compras no supermercado, precisam comprar alguns itens faltantes para fazerem o almoço da família. E a papelaria neste dia? Aos sábados, os alunos não vão à escola, os escritórios e empresas não funcionam em sua maioria, enfim, quem compra material escolar e de escritório nesse dia? Entretanto, durante a semana (quando meu amigo não aparecia), o movimento era inverso e isto ele nunca observou.

LIÇÃO 1 – Ao analisar um negócio, procure estar presente em vários dias e momentos, pois existe o que chamamos de sazonalidade.

  1. Quantos funcionários meu vizinho precisava manter durante a semana, cujo movimento era menor, para atender à demanda de sábados, domingos e feriados? Já pensou no que isso representa em salários, impostos, adicionais, 13o. salário e férias? E em relação ao estoque, produtos perecíveis que se não forem vendidos, são jogados no lixo.

LIÇÃO 2 – Não olhe apenas o faturamento, mas pense nos custos que estão presentes no negócio. Às vezes, um grande faturamento não representa um grande lucro.

  1. Meu vizinho trabalha de segunda a segunda, mesmo quando não está em seu comércio e tira um dia para descansar, ele não se desliga completamente de seu negócio, pois sempre está em busca de novas oportunidades e diferenciais, enfim, a cabeça de um empreendedor nunca descansa. Será que as pessoas estão preparadas para trabalhar tanto? Ou talvez, seja necessário escolher um bom sócio para essa empreitada, afinal pode-se dividir o trabalho.

LIÇÃO 3 – Não existe facilidade e descanso no mundo dos negócios, você respira 24 horas sua empresa.

  1. Conheço muitas pessoas que dizem para outras: “abra isso, monte aquilo, pois tem muita gente ganhando dinheiro”, mas elas não têm a coragem de tomar a iniciativa de fazer, querem que outros se arrisquem para que depois entrem no negócio. E o que acontece? Essas que ficam apenas observando ou “urubuservando” chegam ao mercado quando este já está completamente saturado e aí reclamam que o ramo está ruim, mas se observarem verificarão que aqueles que foram os pioneiros já estão em outros negócios ou construíram uma marca tão forte que não se importam com a concorrência.

LIÇÃO 4 – Quem não arrisca, não petisca. E isso vale para o mundo dos negócios!

  1. Porém quando falo de risco aqui não é sair igual a um maluco abrindo um negócio. É necessário ver oportunidades, fazer análises, tomar decisões e por fim, elaborar um plano para execução. O risco sempre existirá, porém pode ser calculado. Quem tem medo dele deve fugir dos negócios.

E aí? Que tal começar a estudar os negócios que mais te atraem e talvez, tomar a decisão de se tornar um empreendedor.


decisão escolha decisões sócio

Você sabe o que fazer para escolher um bom sócio?

Desde que entrei no mundo empreendedor, venho procurando os sócios que “sacanearam” seus sócios porque em todos os locais que estive, principalmente, ministrando treinamentos, encontrei apenas os sócios “vítimas”.

Essas “pobres vítimas” dizem que tiveram sócios que as roubaram, puxaram seu tapete, traíram sua confiança, não trabalharam da forma como deveria ser e várias outras acusações.

Sempre ouvi esse lado e nunca teve alguém para defender a posição do sócio “sacana”, afinal nunca encontrei um, por isso, passei a acreditar que esses sócios se reúnem em uma Sociedade Secreta dos Sócios Sacanas para armarem suas estratégias nefastas contra outros “coitadinhos”.

Será que existe realmente essa posição unilateral maquiavélica, “bonzinho” versus “mauzinho”?

Pela minha experiência, posso afirmar que realmente existem pessoas que utilizam da boa vontade do outro e agem de forma pouco ética, porém gostaria de posicionar que tudo o que acontece em nossa vida, tem uma parcela de responsabilidade nossa.

Como normalmente se formam as sociedades? Quais os critérios utilizados para se fazer a escolha de um sócio? Como a decisão é tomada?

A maioria das escolhas é feita por uma relação familiar ou de amizade, pois como dizem alguns: “já que conheço “bem” a outra pessoa, fica mais de confiar”. Será?

Ou então, as pessoas dizem que seu sócio pensa muito igual, “almas gêmeas” e fica tudo mais fácil. Vamos explorar melhor esses pontos?

Primeiro, você já viu ou ouviu casos de filho que roubou o pai, amigo que passou a perna no amigo, irmãos que acabaram com o negócio da família, o primo não fez o que deveria ser feito? Pois é, as histórias são muitas (e pior, verdadeiras), por isso o critério de amizade ou relação familiar não pode ser levado tão em conta em relação à sociedade, afinal existem vários interesses individuais que muitos se esquecem do coletivo.

Segundo, em relação a pensar igual, isso é terrível, pois às vezes um sócio tem uma ideia terrível e o outro por ser tão “igual” acata e não há discussões, talvez levando ao fracasso.

A diversidade em uma sociedade ou em um grupo é excelente, pois são geradas mais ideias, as reflexões são mais constantes, a ansiedade é contida e as decisões podem ser muito mais corretas.

Os “sócios vítimas” que encontro por aí, têm sua parcela de responsabilidade na sociedade em que houve problemas, pois:

  1. Se foram roubados, é porque em algum momento se descuidaram da análise de relatórios e monitorar a empresa como um todo.
  2. Se o sócio é displicente, não cumpre os horários, falta às reuniões e ao trabalho, não faz o que deveria fazer, provavelmente, as funções e atividades não estavam claras.

Afinal, fica a pergunta: quem fez a escolha ou aceitou ser sócio desse “mala”? VOCÊ!!!!

Mas não adianta chorar sobre o leite derramado!!! Se você já desfez a sociedade… bola “pra” frente, se você ainda está com ele, azar é seu? Vai esperar o que para se livrar dele? Então, como deve ser feita a escolha de um sócio?

  1. Pense nos seus pontos fortes e fracos
  2. Liste pessoas que possam ser fortes onde você é fraco
  3. Faça uma entrevista de seleção com essas pessoas para verificar se elas realmente te complementarão
  4. Divida as funções, descreva as atividades para deixar claro que cada um cumprirá seu papel
  5. Coloque tudo por escrito e assinado por todos, assim ninguém poderá dizer que não sabia
  6. Apesar de cada um ter sua função, todos precisam saber o que o outro e você estão fazendo

Não tenha medo de ter sócios, tenha medo da forma que você faz suas escolhas, muita calma nessa hora… Por isso, da próxima vez que for tomar uma decisão faça da forma correta, utilize a razão e não a emoção.